Bruno Carvalho constituido arguido | Relvado

Bruno Carvalho constituido arguido

Presidente do Sporting é arguido resultante de queixa-crime de Paiva dos Santos
 
Bruno de Carvalho (grande plano)
sporting.pt

Bruno de Carvalho foi ouvido no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa e saiu como arguido, num processo que resulta de uma queixa-crime de João Pedro Paiva dos Santos. Processo está ainda em fase de inquérito.

A notícia foi avançada pelo Record e foi confirmada por Bruno de Carvalho numa publicação no Facebook.

"Fui ao DIAP, é verdade, mas não saí surpreendido com o facto de ser arguido. Já sabia ao que ia"

E continua: " João Pedro Paiva dos Santos, aquele que negou ter mandado emails (com todas as cartas confidenciais que trocou com o CFD da SAD) para Pedro Guerra, e que depois confirmou acentuando que 'era livre de mandar emails para quem quissese', decidiu, com o patrocínio da empresa de advogados de Carlos Barbosa da Cruz (quem diria), colocar-me um processo de devassa da vida pessoal (por ter colocado num post um email entre ele e Pedro Guerra que já era público e que circulava por todo o lado), e de difamação porque disse que ele pertencia a "uma pequena franja de sportinguistas híbridos" que "colocam os seus interesses pessoais acima dos do Clube".

Explica ainda que o "processo terminará com a conclusão do processo disciplinar, que já estava em curso, sobre a sua expulsão ou não de sócio". Referindo-se novamente a Paiva dos Santos.

Bruno de Carvalho é acusado de difamação, devassa da vida privada, violação de correspondência ou de telecomunicações e instigação pública a crime.

O Record adianta também que, além do líder leonino serão também ouvidos pelo DIAP o diretor de comunicação do Sporting, Nuno Saraiva, e dois elementos da direção da Sporting TV: Rui Miguel Mendonça e Sérgio Sousa.

Na base do assunto está uma publicação de Facebook do presidente dos leões que acusou Paiva dos Santos de conluio com Pedro Guerra, comentador do Benfica. Paiva dos Santos terá, em maio do ano passado, o mês seguinte à referida publicação, apresentado queixa-crime.

Contactado pelo DN, Nuno Saraiva, diretor de comunicação do Sporting, não quis fazer comentários.

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