Sporting falhou primeiro objetivo | Relvado

Sporting falhou primeiro objetivo

A equipa de Jorge Jesus não foi inteligente na Rússia.
 
Bruno de Carvalho (Sporting) Pensativo

Atendendo ao discurso do treinador do Sporting no final da eliminatória que ditou o afastamento da equipa da Champions, o objetivo de estar na prova milionária falhou e agora as atenções viram-se exclusivamente para a prova interna do campeonato nacional. Quer o Sporting, quer o CSKA de Moscovo fizeram tudo para estar na fase de grupos da Champions, sendo que o Sporting teria sempre vantagem para a segunda-mão, porque vinha dum resultado positivo no seu estádio de 2-1. E até mesmo quando o avançado leonino Teo Gutiérrez apontou o golo no reduto dos russos tudo levaria a crer que a passagem seria apenas uma questão de tempo. Porém, tal não aconteceu, pois o CSKA conseguiu a reviravolta e desse modo afastou o Sporting do sonho de estar entre as 32 equipas que disputarão a primeira fase da Champions.

Certo é que o Sporting foi prejudicado nas duas mãos, quer em Alvalade (por mão na bola dum defesa do CSKA na sua área, sendo que teria de ser assinalado penálti a favor do Sporting), quer na Rússia (por o primeiro golo do CSKA de Moscovo, apontado por Doumbia, ter sido irregular, pois o avançado do CSKA de Moscovo introduziu a bola na baliza com o braço); porém, isso não desculpa tudo, uma vez que a defesa do Sporting na Rússia, na segunda parte, falhou em demasia e, devido a isso, deitou tudo a perder. A equipa de Jorge Jesus não foi inteligente na abordagem ao jogo na Rússia na segunda parte, sobretudo na defesa, já que no ataque fizeram o seu dever, apontando um golo. Golo esse que poderia ser mais que suficiente para assegurar o apuramento para a Champions, mas, infelizmente, para a equipa leonina tal não aconteceu.

Não só o Sporting não assegurou a passagem à Liga, onde estão as melhores equipas da Europa, como ficou sem 14 milhões de euros (quantia que o Sporting receberia se tivesse alcançado a passagem à Champions). Esse dinheiro serviria sobremaneira à equipa presidida por Bruno de Carvalho, uma vez que o Sporting não nada propriamente em dinheiro e precisa de dinheiro para pagar salários aos jogadores e ao treinador.

Com o objetivo falhado por parte do Sporting, as atenções, pelas palavras do técnico leonino, viram-se agora para o campeonato nacional, sendo que o Sporting ainda disputará a Liga Europa (prova internacional), a Taça de Portugal e a Taça da Liga (provas internas). Porém, não estar presente na Champions retirará prestígio à equipa de Alvalade e, acima de tudo, faz com que Portugal baixe no “ranking” da UEFA e, com isso, num futuro não muito longínquo, poderá colocar menos equipas nas competições europeias, o que seria péssimo para o prestígio do futebol português na Europa.

Sporting:

Comentários [6]

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Marcelo continua obscuro

Marcelo continua obscuro sobre o atual Governo. Mas tem uma tese: com o resultado das legislativas, o país ficou divido em dois. O papel do presidente é "desdramatizar" e conciliar Esquerda e Direita. Quer isto dizer que, se fosse eleito, forçaria um Governo de bloco central, o tal regresso à "união" da sociedade, com ou sem novas eleições? Não sabemos - porque ele não diz. Mas não queremos correr o risco de descobrir a resposta.

Uma coisa é certa, há muito que Marcelo vive dividido em (pelo menos) três. Para não criar confusão, chamemos-lhes candidato Marcelo, comentador Marcelo e só-Marcelo ao anterior líder do PSD e membro do Governo Balsemão.

Logo a seguir à tragédia do hospital de S. José, o candidato Marcelo apareceu a defender o SNS. O comentador Marcelo, por seu lado, sempre elogiou o anterior ministro Paulo Macedo e sempre calou os cortes de 1500 milhões de euros na saúde. Por fim, só-Marcelo votou contra a criação do SNS em 1979; esteve no Governo que aprovou o decreto 254/82, entretanto declarado inconstitucional por visar a destruição do SNS; e propôs em 1996, como líder do PSD, a retirada da referência constitucional à "gratuitidade tendencial" do SNS.

O candidato Marcelo promulgaria as leis agora aprovadas pela Esquerda, legalizando a adoção por casais do mesmo sexo e restabelecendo o direito ao aborto seguro, gratuito e sem perseguições. Mas o comentador Marcelo, reconhecendo que a lei discriminava no acesso à adoção, defendeu em 2013 um referendo. Já sobre o aborto, o comentador pouco disse. Todavia, só-Marcelo, líder político e ativista pelo "não" nos referendos, votou a favor da manutenção da pena de prisão para as mulheres que abortassem.

É verdade que só-Marcelo votou a Constituição. E que o candidato Marcelo jurou a Marisa Matias que tinha apoiado o chumbo pelo Tribunal Constitucional dos cortes de rendimentos do Orçamento do Estado de 2012. Mas, na época dos cortes, o comentador Marcelo exclamava que "não lembraria ao careca" pedir a fiscalização da constitucionalidade do Orçamento. Depois dos vários chumbos do TC, o comentador Marcelo passou a dizer que este é um órgão político, que não pode ser visto da mesma forma que outras instâncias judiciais.

Enfim, se reunificássemos os três Marcelos, como Marcelo candidato quer fazer ao país, teríamos a defesa da saúde mas sem SNS; o respeito pela igualdade e pelos direitos humanos mas sem aborto seguro e gratuito, muito menos respeito pelas famílias LGBT; teríamos a Constituição, mas um presidente pelo qual, nos últimos quatro anos, teriam passado todas as violações da lei fundamental.

Em suma, Marcelo Rebelo de Sousa não é de confiança. Pela minha parte, escolherei nestas eleições a pessoa que, para as questões em que Marcelo esconde ou erra, tem uma reposta concreta, sem medos ou meias-palavras. No dia 24 de janeiro, voto conscientemente. E tu?

No JN.

nao falhou o primeiro...

nao falhou o primeiro... falhou " o " objetivo da epoca

Falhou ou fizeram-no falhar.

Falhou ou fizeram-no falhar. Se não fossem os erros de arbitragem, a péssima exibição do Sporting na 2.ª parte, teriam valido um golo para o Sporting e menos um para o CSKA, ou seja, se não fossem os. factores externos (e considero esta arbitragem um factor externo...) o Sporting teria garantido o apuramento com algum à vontade, mesmo jogando fora frente a um adversário de grande qualidade, o que não deixa de ser estranho, para quem, segundo alguns entendidos, jogou assim tão pouco e mal.

Existiram esses erros e agora todos querem bater no ceguinho. Não contem comigo para esse peditório, porque já estou farto de contribuir para causas semelhantes. Também não dou para peditórios como o ataque desenfreado ao árbitro do Sporting- Paços, porque por muito mau que fosse o trabalho dele (e foi), o Sporting podia e devia ter feito mais para ganhar, não havendo lances assim tão claros de prejuízo.

JJ não consegue controlar um jogo deste género, essa é que é

a verdade, isso não significa que nos melhores momentos da época, não consiga defender um resultado, algo que não conseguiu neste caso, a questão é que as equipas de JJ sabem atacar com tudo, ou sabem defender com tudo, fica muito complicado controlar equipas de valia idêntica ou parecida neste quadro. Isto, aliado ao desequilibrio emocional que JJ tem nestas alturas, que passa sempre para os jogadores, deu o que deu...