Godinho Lopes: um cheque, uma vassoura e... muita fé em Deus! | Relvado
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Godinho Lopes mostrou na sua primeira entrevista como 'presidente do Sporting' que pode ser melho

São muito escassas as condições para Godinho Lopes exercer as suas funções como presidente do Sporting.

 

Pedro Baltazar, um dos candidatos vencidos, já disse que, nas condições em que Godinho Lopes foi eleito, não tomaria posse.

Saiba também o que Rui Santos pensa da conferência de imprensa de Paulo Futre:

 Dias Ferreira, apesar de ter reconhecido irregularidades no acto eleitoral, não apoia a impugnação, o que -- do ponto de vista meramente jurídico -- tem muito que se lhe diga.

Sérgio Abrantes Mendes manteve do princípio ao fim postura de ‘excelentíssimo cavalheiro’ e tirou conclusões relativamente ao seu escasso (mas esperado) resultado. Vivemos num tempo em que não basta ter razão; é preciso reunir as condições para passar a ideia de se ter razão, o que é algo manifestamente diferente. E determinante.

Independentemente do que acontecer até ao final da presente época desportiva (neste contexto, vai ser decisivo o posicionamento de Bruno Carvalho), mais do que se falar em ‘cumprir o mandato’, talvez seja mais prudente falar-se em ‘cumprir o mês’. Em todos os sentidos. Na tesouraria e no cargo. Mês após mês.

Godinho Lopes vai ter de se bater contra esta ideia de... depois de ser presidente... já não o era. O 'godinhismo' vai criar raízes?

Não bastará um cheque e uma vassoura. Também... muita fé em Deus!

Taxonomia: 
Rui Santos

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As eleições no Sporting foram uma confusão pouco digna da história do clube. Vamos ver o que vai acontecer...

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