Witsel abre guerra entre FC Porto e Benfica? | Relvado

Witsel abre guerra entre FC Porto e Benfica?

Médio belga do Standard Liège desperta o interesse de águias e dragões
 

Axel Witsel, médio-centro de 22 anos do Standard Liège, pode estar no centro de nova "guerra" entre Benfica e FC Porto. O jornal 'Record' avançou que as águias estão fortemente interessadas no jogador, mas a imprensa belga garante que os dragões também estão atentos a um jogador que está no lote de três candidatos a futebolista do ano na Bélgica (os outros são Jelle Vasser e Ivan Perisic). 

O pai e representante de Witsel mostra-se agradado com a possibilidade do filho alinhar no Benfica. "Estamos a falar de um dos grandes clubes da Europa. Era uma boa solução. Quando nos contactarem estamos dispostos a ouvir mas, até ao momento, ninguém nos abordou", disse Terry Wisel ao 'Record'.

O jornal belga Sportwereld juntou o FC Porto a um lote de interessados onde estarão clubes como Milan, Arsenal, Manchester City e Bayern Munique. O jornal belga lembra as excelentes relações entre os dragões e Luciano D' Onofrio, dirigente do Standard Liège.

Jogador rebelde

A posição natural de Axel Witsel é médio defensivo, mas tem sido bastante utilizado no lado direito do meio-campo. Para além do grande talento, é também conhecido pelo feitio irreverente.

Witsel já coleciona alguns cartões vermelhos devido a faltas muito duras às pernas de adversários. A mais célebre sucedeu em 2009, quando teve uma entrada "assassina" sobre Wasilewski, futebolista do Anderlecht, que partiu uma perna. Witsel foi castigado por três meses.

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Comentários [25]

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Que va para onde quiser,

mas nao para o Benfica. Caguem nas contratacoes e mantenham mas eh o Fabinho e o Maxi e o Salvio, etc. Eh verdade que deixaram o Maxi ir de ferias sem renovar? Ursos..

Disputa?

Digo sim, Put.a

Vai depender muito da cor da camisola

Como se sabe, há jogadores em Portugal que, com os árbitros certos, podem cometer barbaridades: no máximo, levam amarelo.
Outros. no entanto, defendendo outras camisolas mas com os mesmos árbitros, vêem um encosto ser transformado em agressão...
...também temos os nossos Wolfgang Stark , aguentem!

Guerra?

Estou aqui a tentar imaginar como classificam um leilão? Armageddon?

No pais da TRETA

È só mais uma.

Nada de estranho. Eu já estou

Nada de estranho. Eu já estou habituado a ver o LFV a negociar, negociar, negociar e a negociar e como nunca mais acabam as negociações o PC chateia-se e chega lá e compra só para acabar com a conversa. É mais um para juntar ao Falcão e ao Álvaro Pereira, mas não fiquem desapontados porque isto não vai acabar aqui, pode ser que me engane mas o Sálvio já vai a caminho porque andam há 3 meses a negociar .e o Maxi Pereira, que deixaram ir de férias sem renovar, está visto para onde vai parar.

Eu sou benfiquista. Não compro o Pasquim. E tu?

O Benfica, sabemo-lo bem, é a vítima favorita da avençada comunicação social deste país. Porque falar no Benfica garante receitas, face à sua dimensão, e por outras razões também de carácter mercantilista, mas que têm mais a ver com prostituição (a da comunicação social, bem entendido). A imprensa, neste circo dos media, é particularmente activa nesse espectáculo de ofensa e falta de respeito ao Benfica, o que constitui paradoxalmente uma dança esquizofrénica na direcção de um abismo suicida, sendo que a queda desamparada de focinheira no chão não se concretiza por absoluta falta de mobilização, laxismo e letargia anestesiada do mundo Benfiquista. Temos, não tenham dúvidas, a capacidade de mudar isto, recorrendo a uma arma que constitui uma das mais evidentes características da nossa identidade: a Grandeza. E grandeza, neste contexto, não é só a Grandeza de alma, de espírito e de legado associada à matriz Benfiquista, mas sobretudo grandeza no sentido estrito e material da palavra: dimensão.

Podem agitar-nos, com as patas, todos os troféus ganhos com fruta e batota e podem tentar quanto quiserem diminuir o fosso a nível da contabilização de títulos, sendo que cada um dos nossos vale por uns 100 dos deles, porque são limpos e honestos (e, como tal, bem podem comprar títulos que nunca lá chegarão). Há, até, títulos que podem esgrimir como argumento e onde nunca os poderemos igualar. Nos títulos da coacção, do compadrio, do aconselhamento familiar, da distribuição de fruta, das escutas, da manietação de observadores, na construção de climas de terror. Nos títulos de modalidades particularmente inovadoras, como o lançamento de bolas de golfe e isqueiros ou no lançamento de sacos de pedras de viadutos. Até no título mundial de imitações de GPS para árbitros perdidos por bairros da área metropolitana do Porto. Podem tudo isso.

Mas o que o verdadeiramente os perturba, o que não os deixa dormir, aquilo que lhes constrói a obsessão que descobrem a cada conferência de imprensa, a cada festejo de títulos, a cada entrevista, a cada manifestação de ‘fina ironia’, é perceberem, com uma claridade que os magoa e os amputa - que os agrilhoa na sua inveja - que há diferenças que são inultrapassáveis e que não há fruta, Gonçalves Pereiras, Pintos de Sousas, juízes Mortáguas, Garridos, Benquerenças, Xistras ou Cosmes Machados que comprem.

Esse atestado de inferioridade e esse irónico acto de vassalagem é evidente, por exemplo, nas declarações do melhor-treinador-do-sistema-solar-e-quiçá-da-Via-Láctea-e-eventualmente-do-Universo-e-que-ainda-por-cima-é-novo-e-caem-lhe-bem-os-fatos, depois da conquista da Liga Europa, admitindo que o grande objectivo é atingir o número de títulos do Benfica; é evidente nos omnipresentes cânticos de ódio ao SLB (vociferados a plenos pulmões por todo o plantel) em todo e qualquer festejo ou no simpático cachecol sobre o Benfica orgulhosamente envergado por verdadeiros gentlemen do plantel como o Sapunaru; é evidente, como um escarro na cara, nas declarações do Mestre Pinto, à partida para uma final europeia, invocando de forma absolutamente gratuita – e que vitória da nossa grandeza isso é, percebam-no - o nome do Benfica.

Eles sabem, e sabe-o toda a gente, que a nossa Grandeza e a nossa dimensão são inatingíveis, e esse complexo de inferioridade é, paradoxal e ironicamente, o principal açaime da sua expansão e a principal razão da sua pequenez.

Sabendo tudo isto também sabem que a única forma de lidar com isso, e de o tornear, é fomentar a divisão, tornar o Benfica vítima dessa sua grandeza. Fazem-no através de uma miríade de formas – e têm tido sucesso porque somos particularmente permeáveis no desnorte histérico e esquizofrénico das massas volúveis – mas a mais evidente e o principal instrumento é a comunicação social avençada. São os media controlados por figuras anti-benfiquistas chave, são os jornalistas anti-benfiquistas, são os jornalistas despudoradamrente facciosos, são os jornalistas que aprenderam a comportar-se depois de levar umas galhetas no lombo, e são os jornalistas que se dizem benfiquistas mas que ­– fundamentam - precisam de sustentar as famílias ao fim do mês, para o que vendem metaforicamente o rabo, lambendo metaforicamente o dos donos do pântano do futebol português.

Pois muito bem. Há, já o escrevi mais do que uma vez, uma forma de lutar contra isto, de fazer na verdade alguma coisa, em vez de nos estarmos sistematicamente a queixar e no dia seguinte ver benfiquistas pouco avisados ir aos quiosques arrotar quase um euro para pagar os bifes que imbecis como o Bernardo Ribeiro comem em barda e a cera que hipócritas como o Alexandre Pais usam para polir a careca. Há, de facto, algo que podemos fazer, que consiste em usarmos aquilo que nunca ninguém, por mais títulos que compre, nos pode tirar: a nossa grandeza.

O Pasquim – de matriz editorial controlada por atuns (anti-benfiquistas azuis esverdeados) - tem sido uma das armas mais activas desse sistema, prestando sem qualquer tipo de pudor vassalagem aos ‘donos’ do futebol português (leiam-se, com um saco para vómito à mão, os últimos textos do inenarrável Alexandre Pais ou do cobarde salivante do Eugénio Queirós), faltando sistematicamente ao respeito ao Benfica, escrevendo com as patas ficção ofensiva e atentatória do bom nome do clube, fomentando a divisão e muitas vezes criando problemas onde não os há. São notícias fabricadas sobre o balneário, sobre contratações, sobre declarações; são artigos canalhas e ofensivos para com o Benfica e os Benfiquistas de gente com responsabilidades editoriais e sem vergonha na cara; são interpretações e crónicas parciais sobre os jogos e as arbitragens; é a lavagem sistemática de toda a porcaria que conspurca e vai matando o futebol português há décadas. O problema? O problema é que benfiquistas há que não só continuam a contribuir monetariamente para isto, como ingenuamente continuam a ser influenciados por esta gente, justificando que os imbecis do Pasquim Radical continuem espaventosamente a zombar de uma parte fundamental do público que lhes garante o ganha-pão.

Já apelei diversas vezes a que se deixasse de sustentar a grande maioria da carneirada assalariada do jornalismo desportivo, e muito especificamente este hipócritas do Pasquim e os moços de recados dos andrades n' O Jogo. Quanto à ‘A Bola’, remeto para este texto. Não faz sentido sustentar quem nos ofende todos os dias.

Esta gente só perceberá, na verdade, quando lhes doer onde faz mais mossa. No bolso. O repto que vos lanço, portanto, é que lhes façamos ver que acabou a impunidade e a falta de respeito ao Benfica sob o patrocínio dos próprios benfiquistas e que deixemos de lhes garantir a sobrevivência. Há, de facto, face à nossa grandeza e força no mercado, uma oportunidade de fazermos algo que faça a diferença. Façamo-lo, mas com determinação de quem sabe que o que está a fazer é certo.

Bem sei que há muitos de nós que já o fazem, mas é preciso mais, e de forma organizada.

A partir de hoje, este blog ostentará orgulhosamente o banner que se apresenta aí em cima. Usem-no, com toda a liberdade, nos vossos blogs, enviem-no para blogs amigos, divulguem o desafio. Mas é preciso mais: o Benfica é infinitamente grande e – não tenham ilusões – o espaço virtual é apenas uma pequena amostra, muitas das vezes sem representatividade, deste fenómeno do génio humano que é o Benfica. Falem com os vossos amigos benfiquistas por esse país fora, sensibilizem-nos para a importância disto, espalhem a palavra.

É, essencialmente, isto. Eu sou benfiquista. Não compro o Pasquim. E tu?

http://tertuliabenfiquista.blogs.sapo.pt/

Nunca vi tanto jeito para a escrita

J]a experimentou escrever um livro? Talvez sobre a estupidez de quem não sabe reagir ao crescimento dos outros, sobre épocas douradas em que em que se vivia do talento e do "porreirismo" (que ainda é um grande mal da sociedade portuguesa) de quem não se soube adaptar às mudanças inerentes à transição de uma ditadura para um regime democrático. Porque para manter uma estrutura forte e vencedora é preciso muito trabalho e muita inteligência.É cruelmente redutor atribuir só a falcatruas (quem as não faz ou quem nunca as fez, tipo os beatos benfiquistas, que atire a primeira bolada ao baixo ventre) as vitórias e os títulos. A verdadeira Grandeza consiste no saber perder, no analisar as verdadeiras causas do insucesso (como aliás muitos e lúcidos benfiquistas já fizeram publicamente) e cerrar fileiras para se conseguir melhor na próxima época Meu caro, a balda benfiquista é constantemente relatada por ex-atletas como por exemplo o Fernando Mendes que se entretinha a testar a sua pontaria com uma arma de chumbos em latas de Coca-Cola dentro do balneário e no exterior exercitava tiro ao pardal na terra revolvida do relvado da Catedral. Uma instituição que permite este tipo de coisas, verdadeiros paradigmas da balda e da "toleirice", não me parece que leve as coisas a sério e deve é implementar medidas de rigor compatíveis com os objectivos que qualquer clube Grande quer atingir. E garanto-lhe que não é só o Benfica que é Grande. E por aqui me fico, pois não tenho a capacidade literária que o meu caro passeia por estes comentários. Já agora não vejo como o Futebol Português está assim tão mal quando há décadas que estamos sempre presentes nas fases finais dos principais certames do futebol mundial, tendo até atingido o terceiro lugar do ranking FIFA, preparamo-nos para atacar o quinto lugar do ranking UEFA (em relação à prestação dos clubes nas suas provas) e finalmente temos um dos "futebóis" mais atraentes do mundo como ficou atestado no último Mundial em que ficamos em primeiro lugar no "futebol mais atraente". Abraço de consolação pelo seu desespero... e espero que o Benfica atine e ganhe mais qualquer coisa na próxima época

O Mensageiro

Não vale a pena tentar matar o mensageiro...... Isso não muda o facto das mensagens (notícias) serem realmente más, por muito que isso doa e doí mesmo muito.

Até já começo a ter pena dos moços, de tanto levarem nas orelhas (podiam guardar um bocadinho para a próxima época), mas enfim temos de dar um desconto aos que ainda têm pela frente um final de época bastante penoso, especialmente se vivivido, como é o caso, no SOFÁ....

Eles apelam a que não se vá ao Estádio, eles apelam a que não se comprem Jornais e ós únicos que os ouviram foram os próprios jogadores do Benfica que deixaram de jogar à bola......

Um bom Domingo de futebol e festa

mas algum leão te enrrabou

para te meteres a toda a hora com os sportinguistas , já chega , nem em angola quando um elefante caga cheira tão mal com tu ,, fonikse

E eu que deixei de comprar A Bola por

entender que era excessivamente pró-Benfica...
Sobre a versão impressa, não me pronuncio, já não leio A Bola há anos. Na versão online, aquilo tresanda, chega a ser doentio (leio as gordas, nem vale a pena passar daí)
Mas, pronto, opiniões são opiniões, cada uma vale o que vale

Witsel

Aparece na febre do CM ou FM, como Adu, Tozé Marreco, etc..

É mais um bluff.

Já mete dó ...

Já mete dó ...

resta-nos ainda

3 meses disto.... que medo!!!

Já agora...

"(...)está no lote de três candidatos a futebolista do ano na Bélgica (os outros são Jelle Vasser e Ivan Perisic)."

Não será Jelle Vossen, melhor marcador do campeonato Belga?

Boring...

Next!

Eu como adepto do grande

Eu como adepto do grande F.C.P. e se for verdade que vamos contratar um médio ,os dirigentes do porto se querem gastar dinheiro tragam de novo o anderson que o miudo é grande jogador e adora o nosso clube.este witsel não é mau mas que vá para a equipa de caceteiros dos lampiões pó pé do javi garcia.

Caceteiros ??

Bruno Alves; Jacinto Paixão; Fernando Couto; Carlos Calheiros; Paulinho Santos; José Guimaro; André; Francisco Silva; António Rola; .................Queres mais ????

Não sei se será verdade o

Não sei se será verdade o interesse do Porto. Não estou a ver alguém do nosso meio-campo portista a sair, e o Porto nunca foi de manter jogadores excessivamente violentos. Tivemos jogadores ríspidos, como o Bruno Alves e o Jorge Costa, mas todos se lembram de o Paulinho Santos se ter dado mal com a direcção devido às suas constantes faltas.

Quando abrir o mercado, veremos.

não se pode comparar

Jorge costa e B. Alves, o Jorge Costa podia ser duro mnas era leal, mas o B.A. por diversas vezes agrediu adversário s o J Costa não

Porto nunca foi de manter jogadores excessivamente violentos.

Gostei em particular da frase que se apresenta atrás.
O velho problema é que o conceito de violência diverge muito nos dicionários.
Fazem falta muitos túneis para pôr os meninos no sitio deles.
Violência não - não mataram ninguém dentro de campo.

Se o porto realmente quiser

o gaijo, vai la compra e apresenta, caso encerrado.

Não é

Bem assim tambem

Outra vez

A mesma coisa!

Estes dois não se dou por nada

Silly Season

no seu melhor...

Vai começar a silly season, os supostos roubos de jogadores, os 1001 reforços que entram, as 1001 vendas, o roupeiro assediado pelo clube rival, o motorista do autocarro da equipa que está pretendido por um colosso europeu, a senhora da limpeza que não quer renovar contrato.

Vamos ter de tudo nesta silly season, se calhar muitas mentiras e muito pouca verdade como já se assistiu em épocas anteriores.

Cumprimentos