A importância de um título | Relvado

A importância de um título

 

Hoje em dia parece ser ao contrário, tirar um título ao Porto parece corresponder a 10 campeonatos! Bem sei que há toda uma história por detrás disto, mas esqueçamos essa história negra ou não.Conhecendo familiares no norte, estes dizem-me em tom de tédio... mais uma festita... é normal... podiam fazer o S. João coincidir com o fim do campeonato... etc. E vocês portistas que andam no relvado, como comemoram?Jabba the Hutt II

FC Porto:

Comentários [13]

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Agora é diferente

Festejar, festeja-se sempre, mas a forma como se faz é diferente, antigamente fazia uma festa em família depois comentava-se com um amigo, ou outro e combinava-se uma ida a um jogo, tipo última jornada do campeonato, ou final da taça (se lá estivéssemos), cheguei a ir ao Porto festejar o titulo na última jornada passar na Avenida dos Aliados e vir para "baixo" para Lisboa, depois houve alturas em que me juntava com os amigos portistas e rumava para a sede do Porto na Avenida da República para festejar, agora festejo "para dentro" como se costuma dizer, sozinho em casa, claro que continuo a comentar com os "Dragões" que conheço, mas é só mais um titulo, mas aquela ansiedade e emotividade já não é a mesma, ainda lá está, mas não da mesma forma, no fundo é sempre bom ver o Porto vencer e começamos a ficar mais que habituados a ver o nosso clube ganhar, depois tornamo-nos mais adultos da forma como festejamos também, ou seja mais serenos, é claro que haverá sempre quem festeje mais euforicamente, os mais jovens principalmente. Mas globalmente isto é bom sinal para todos nós portistas, pois quer dizer que estamos a ficar amadurecidos nisto e continuamos a ser um clube ganhador e experiente. Abraço a todos, principalmente aos “Dragões” e parabéns por mais um campeonato (mais um “tetra”)!!!

A importância de título de futebol..

A maior para qualquer cidadão em portugal ou no mundo. Isto porque dá alegria ,agressóes verbais e acima de tudo ajuda os necessitados que carecem de auxílio(doenças,fome,dívidas). Sem dúvida o titulo tem de ser visto como uma necessidade de sobrevivência da nossa espécie.. Fico orgulhoso com os dirigentes de futebol e principalmente os que ganham muitos titulos, neste contexto,para muitos é sinónimo de acções e iniciativas de soladariedade,caridade,resumindo é maravilhoso. Deixo uma sugestão ou uma discussão em aberto e na qual devemos reflectir,``se nos dão tanta alegria que é melhor do que``comer´´ porque não irem para cargos governamentais e continuarem a prestar o bom seviço ao povo português´´...

Ao contrário de praticamente todos os meus amigos

..benfiquistas e sportinguistas, que nas últimas conquistas dos seus clubes (2005, 2002 e 2000) festejaram na rua com enormíssimo fervor até altas horas, a maioria dos portistas que conheço nem costuma sair de casa para celebrar. Vivendo eu na zona Norte (Minho) o caso do Sporting é deveras esclarecedor sobre esta situação. Em 2000 foi simplesmente impressionante a quantidade de lagartos que sairam à rua de bandeira e cachecois ao pescoço, em número bem superior ao que é habitual ver-se quando o Porto é campeão. E ninguém dúvida que há muitos mais portistas do que sportinguistas por aqui. Tornou-se efectivamente algo banal para um portista ser campeão e por isso mesmo os campeonatos mais difíceis como este ou o de há 2 épocas atrás, não trazem muita emoção. Mesmo assim eu como sócio e grande adepto portista não falho uma festa azul e branca onde quer que esteja. Assim aconteceu há vários anos atrás quando era adolescente e me dirigia sozinho ou acompanhado para os Aliados, em Lisboa onde por duas vezes tive o prazer de ver a Av. Republica e o Marquês de Pombal vestidos de azul e branco, e em Londres onde quando lá estive tb fiz questão de marcar presença na zona portuguesa de Vauxhall para as celebrações do título. Também hoje não perderei por nada as celebrações do TETRA! A meio da tarde lá estarei a caminho do Dragão onde assistirei ao vivo ao jogo e depois nas horas seguintes festejarei esta grande conquista na Alameda do Dragão no meio de muitos milhares de portistas! Espera-se que seja uma grande festa e que para o ano se repita com o PENTA :))) POOOOOOOOOORTOOOOOOOOOOOO!!!!

Ñão podemos ter essa onda de pensanmento...

Porque os atletas são de qualidade e o clube está estruturado,não é 1ª para sempre...Não levem essa onda do deixa andar e está garantido aí em cima, porque algum dia podemos sentir falta deles...

O Porto ainda não ganhou nada...

... e se o Nacional não fizer de "bôbo" da festa teremos o campeonato relançado ao bom e velho estilo... Pelo que previa e pelo que está a acontecer, poderá ser uma caixinha de surpresa, embora, já toda a gente admita que seja difícil o Porto não ser campeão. Pergunto é se o Porto já comprou ou fez as faixas de campeão...

Re: O Porto ainda não ganhou nada...

És tu e o David Luiz, que acreditava ser campeão a 11 pontos de distância e com apenas 9 em disputa...! ahahahahahahah

Re: O Porto ainda não ganhou nada...

em bom e velho estilo?quando o porto necessita apenas de 3 pontos para ser campeão???? realmente há gente que sonha

Mais riscos irão correr...

... maiores serão as desconcentrações defensivas... e assim maior o risco de sofrer golos... Embora, eu disse e muito bem que será difícil o Porto não ser campeão... A verdade é que existe ainda essa possibilidade... e o Nacional tem esse potencial!

ahahahahahahah

Joaqim Agostinho partiu há 25 anos

Parece que foi ontem, mas completam-se hoje 25 anos que morreu o melhor ciclista português de todos os tempos. O "grande" Agostinho, uma força bruta a pedalar, deixou o país orfão de ídolos no ciclismo até hoje. O cão era grande e Joaquim Agostinho, com 41 anos, fez de tudo para evitá-lo, mas acabou caído na estrada, em plena recta final da 10.ª etapa da Volta ao Algarve, na Quarteira. A queda foi para trás e a lesão gravíssima. Mas só se apercebeu disso depois do banho tomado na pensão, horas depois da corrida. Foi na manhã de 30 de Abril de 1984. "Afinal, isto é grave", tremeu, agarrado à parede e às tonturas, enquanto fazia um esforço hercúleo para se manter em pé. O Portugal, que tanto prestigiou, foi o primeiro a traí-lo. Como não havia serviço de neurocirurgia na região e o helicóptero não estava disponível, meteram-no numa ambulância. Perdeu a consciência em Alcácer do Sal - tinha um coágulo do tamanho de um limão no cérebro e uma fractura, com afundamento no osso parietal direito - e nunca mais acordou. Apesar de terem sido oferecidos os serviços de padres e de bruxos para o curarem, a sua condição era irreversível e morreu às 9.37 horas, do dia 10 de Maio, em Lisboa. O país chorou e não mais se recompôs no ciclismo. Nunca mais fabricou um igual. Mas diga-se que a tarefa não é nem será propriamente fácil. Nascido em Brejenjos, Torres Vedras a 7 de Abril de 1943, despertou tarde e a más horas para a modalidade - tornou-se profissional aos 25 anos. Mesmo assim, o busto de bronze que ocupa a 14.ª curva do Alpe d`Huez, a mãe de todas as montanhas da Volta à França, é ilustrativo de que não estamos a falar de um corredor qualquer. Nas 13 edições que correu no "Grande Boucle", ficou entre os dez primeiros em oito e no pódio (3.º lugar) em duas ocasiões. Conquistou cinco etapas, uma das quais o Alpe d´Huez. Em Espanha, na "Vuelta", foi segundo classificado em 1974, ano em que ganhou as titânicas tiradas de Lagos de Covadonga e de Cangas de Oniz. Em Portugal, arrebatou três Voltas e foi seis vezes campeão nacional. Conquistou ainda o 16.º lugar nos Mundiais de estrada de Imola. As quedas foram uma constante da carreira. Os amigos diziam, meio a brincar meio a sério, que não sabia andar de bicicleta. Faltavam aptidões técnicas para alguns troços a "Quim Cambalhotas". Ainda hoje se diz que uma "curva à Agostinho" é aquela se faz a direito rumo à ribanceira. Assustados com o elevado número de lesões, a mulher Ana Maria e os filhos Miguel e Ana convenceram-no a retirar-se em 1982. Alegadas dificuldades financeiras voltaram a pô-lo na estrada. Dois casos de doping marcaram o percurso: foi afastado da maior competição portuguesa em 1969 e 1973. Face à falta de uniformização relativamente a substâncias proibidas, um produto tolerado em França - um estimulante chamado Ritalina - não era autorizado aqui. Mas nunca chegou sequer para ensombrar o mito.

Re: Joaqim Agostinho partiu há 25 anos

Convém relembrar também que era de um tal de Sporting Clube de Portugal!

É claro que não

Um título é sempre um título e espero logo quando acabar o jogo com o Nacional, mas se não acontecer paciência este é apenas o 1º de 3 jogos em que pudemos lá chegar, vestir a minha camisola do FCP e juntar-me à festa no Dragão mas um título já anunciado não tem aquela emoção dos conquistados na década de 70 e mesmo 80 - recordo-me que estavamos a jogar em Setúbal em 1986 e o Sporting na luz com o Benfica e o título parecia ir para o Benfica, sinceramente não estava à espera de nada e como moro perto do cemitério de Agramonte entrei lá durante as partidas e fui visitar o mausoléu do FCP que a minha mulher da altura não conhecia, de repente ouvi gritos aplausos e fiquei ansioso; era golo do Sporting na luz! passados minutos acaba o jogo e o cemitério transforma-se em arraial com muita gente a comemorar. Talvez fosse a 1ª vez que comprei flores corri a uma florista e comprei um ramo e depositei na lápide de José Maria Pedroto de quem tive o prazer de ser amigo e o orgulho de ele sempre falar comigo quando me encontrava. Sem este título não teria havido Viena no ano seguinte e por todas as razões os portistas devem estar agradecidos ao Sporting nessa ocasião. O título de 77-78 foi o que mais me marcou após 19 anos de jejum e esse dia na cidade do Porto foi uma loucura total, já era nascido no célebre título de "Calabote" mas embora tivesse 6 anos não me recordo - dizem que a chegada da equipa à Cidade do Porto foi um acontecimento memorável. Sobre títulos internacionais; a 1ª taça dos campeões foi uma sensação incrível, a vitória no Japão fez com que apanhasse a maior bebedeira da minha vida, a vitória em Sevilha foi outro acontecimento incrível e a de Gelsenkirchen talvez por ser esperada já não teve aquele sabor, a 2ª taça intercontinental fruto do penalty decisivo de Pedro Emanuel já teve um sabor especial com o extravasar enorme no final.

só espero

que se o FCP ficar 2 ou 3 anos sem ganhar o campeonato, haja serenidade para poder voltar ao rumo certo, isto depois do indiscutivel Pinto da Costa se retirar. Lembro-me de quando o Porto de Fernando Santos não ganhou o campeonato 2 anos já se dizia que o Pinto da Costa estava velho e tinha perdido qualidades. Se alguem indiscutivel leva essas pressões por nao ganhar o campeonato, apesar de ganhar 2 taças de Portugal nesses 2 anos, imagino o que acontecerá a alguem com menos carisma. Isso é o que fazem o Sporting e Benfica, não queria que o FCP fosse assim. A ver vamos...

estás enganado

Nessa altura o FC Porto esteve 3 anos sem ganhar o campeonato. Foram 2 para o Sporting e 1 para o Boavista.

Re: só espero

Ora aí está, uma verdade insofismável. O síndrome de memória curta, aliado a um desconhecimento do plano de intenções das direcções, leva a que em altura de insucessos, a pressão cresça exponencialmente! Lembro-me muito bem do exemplo que referiste, e muito relva que hoje anda aqui a adular o presidente, na altura quase pôs em causa a senilidade de PCosta. E digo-te, o 1º Homem depois de PC vai ser carne para canhão!