Quem se irá perder nos “atalhos” da Comissão “Arbitrária” da Liga? | Relvado

Quem se irá perder nos “atalhos” da Comissão “Arbitrária” da Liga?

 

Como já se devem ter apercebido, trata-se do já célebre caso do “passe ou corte”, que fez correr muita tinta, depois da decisão de Pedro Proença, no Estádio do Dragão.Deixei assentar a poeira, para agora, com mais calma, analisar a questão.Tenho a minha opinião sobre o assunto, mas, por favor caros relvas, não é o caso concreto que aqui vamos analisar. Tenhamos a lucidez de não virmos comentar – a este propósito – aquela decisão em particular. O caso será mencionado, mais à frente, mas apenas como referência.Começo:Tenho na minha frente as Leis do Jogo 2006, numa tradução autorizada pela FIFA, onde se pode ler "As decisões da assembleia geral anual relativas às modificações das Leis do Jogo entram obrigatoriamente em vigor para as Confederações e para as Federações Nacionais no dia 1 do mês de Julho seguinte a cada reunião da assembleia geral anual do Board".No meu entender, isto configura o carácter Universal destas leis.Ora, o que é que aconteceu até agora, depois daquela decisão:1.A C. A. da Liga, no sentido de defender o citado árbitro, publicou um parecer técnico, onde omite a palavra “deliberadamente”, constante da Lei 12 e conclui: «Ao contrário do que foi veiculado em diversos meios de informação, se um defensor efectua um pontapé que leve a bola no sentido da linha de baliza, seja esse pontapé um corte ou um passe, pode ser punido com pontapé - livre indirecto, no caso de o guarda-redes tocar a bola com as mãos». (*)O esclarecimento diz que “pode ser punido”, mas não diz que terá de ser punido. Portanto - perante esta redacção - teremos de concluir que algumas vezes poderá ser punido e outras vezes não. Ora, tendo sido omitido o “deliberadamente”, então qual o critério que levará o árbitro a decidir? O comunicado não diz. E, como não diz, o árbitro é livre de tomar uma decisão ou a contrária, sem que possa ser “acusado” de ter julgado mal, mesmo em casos semelhantes. É o que resulta de ter sido omitida, intencionalmente, a palavra “deliberadamente”, como a seguir se pode comprovar.A este respeito, diz a parte aplicável da Lei 12 (na tradução, autorizada pela FIFA, da autoria do Prof. João Jorge Pombeiro):Um pontapé-livre indirecto será concedido à equipa adversária do guarda-redes que, encontrando-se na sua própria área de grande penalidade, comete uma das quatro faltas seguintes:• (…) Não Aplicável.
• (…) Não Aplicável.• Tocar a bola com as mãos vinda de um passe atirado deliberadamente com o pé por um seu colega de equipa• (…) Não Aplicável.Devo acrescentar que na redacção original, em língua Inglesa, aparece a expressão “(…) after it as been deliberately kicked to him by a team-mate” (do original das Leis do Jogo, obtido no site da FIFA).Acrescento, ainda, da tradução oficial em língua francesa, igualmente obtida no site da FIFA: “(…) toucher le ballon des mains sur une passe bottée delibérément par un coéquipier.Haverá, ainda, no espírito de algum de vós, alguma sombra de dúvida, do entendimento que existe sobre este assunto, por todo o lado?Finalmente, quanto ao espírito da lei. É norma do Direito que a interpretação da Lei deve ter em conta, tanto a letra como o espírito da mesma. Ora, sabemos que estas disposições foram introduzidas para minimizar o anti - jogo.
Quem - a não ser alguém que esteja “alucinado” - poderá afirmar que o gesto técnico, que deu origem a todo este imbróglio, se destinava a praticar tal incorrecção?2.Voltemos à cronologia: Dias mais tarde, mais concretamente nas vésperas da 4ª jornada, a dita Comissão, enviou aos árbitros um Documento “interno”, onde dizia que qualquer bola enviada com os pés, para o guarda redes da mesma equipa, daria sempre origem a um livre - indirecto, desde que este jogasse a bola com as mãos (obviamente, não é uma citação sic).Ora, sendo as Leis do Jogo de aplicação universal, em todas as competições oficiais, pode uma Comissão de Arbitragem, qualquer que ela seja, aqui ou na China, alterar o espírito da Lei 12 ou outra lei qualquer? Eu não tenho dúvidas que não pode!Mas, a Comissão que tem uma Lei para observar, a qual representa o caminho, decidiu indicar aos árbitros um atalho. E o povo, na sua sabedoria, diz e com razão: - “quem se mete por atalhos mete-se em trabalhos”.É que este episódio pode ter várias implicações, como se verá.Como podem os jogadores, que actuam em Portugal, estar sujeitos a uma interpretação bizarra da lei, quando actuam nas competições da Liga e a uma interpretação diferente nas competições internacionais? E, nas competições organizadas pela FPF, como será? Cada cor seu paladar?Por outro lado, os árbitros portugueses nomeados para as competições da UEFA e da FIFA, como vão aplicar a Lei? Pela “cartilha” interna ou pelo espírito e letra da Lei 12 do Internacional Board?Termino:Se ninguém põe a mão neste desvario, quem se irá perder nos “atalhos” da Comissão “Arbitrária” da Liga?Por mim, fico à espera dos próximos episódios.--------------------------------------------------Nota (*) A pobreza desta conclusão da Comissão, é de tal ordem, que não prevê o caso do jogador que passa para o seu guarda-redes, estando este mais adiantado no terreno, o que também pode acontecer e acontece. Só considera o caso de “um pontapé que leve a bola no sentido da linha de baliza”!!!

Manuel Leão

diversos:

Comentários [50]

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È isso. Pois claro.

RE: Naturalmente, os adversários do Sporting.

A necessidade de remoer continuamente sobre esta história serve sobretudo os interesses do Sporting. Se por um lado, e analisar o caso concreto é que interessa realmente, os caminhos ínvios da luta Sporting-Comissão são uma vergonha para ambos, por outro, o comunicado foi na minha opinião bastante eficiente ao definir o enfâse não na "deliberação" do jogador (que é decidida em instantes, o que obviamente retira peso real à dita "deliberação") mas para o gesto conhecido como "atraso", anulando assim os debates do passe e do corte, e por consequência o aportuguesamento para "passe" da palavra oficial "kick". A Comissão declarou que era uma decisão aceitável (e não um erro técnico) e foi atacada por estar a alienar as leis da international board, pelos mesmos que diziam "não foi passe deliberado!" em referência à tal expressão do "kicking deliberately"... È um claro despudor dos comentadores e dirigentes sportinguistas, que forçam qualquer circunstância particular, como já vimos no passado, para impor uma carga de pressão desavergonhada e a roçar os limites da paciência de TODOS, estratégias maquinadas com vista a obter vitórias morais ou retóricas, que depois lhes vão trazer compensações indevidas noutros jogos e títulos de campeão virtuais. Quem se irá perder nos "atalhos" da Comissão "Arbitrária" da Liga? Naturalmente, os adversários do Sporting. Cumprimentos,

Re: RE: Naturalmente, os adversários do Sporting.

Tu ou és político ou advogado.

Re: Re: RE: Naturalmente, os adversários do Sporting.

Acho impressionante a leveza com que se aceita a demagogia e retórica aqui no relvado. Só falta o violão.

Resposta ao Sr. Francobaresi.

Não há nenhum "aportuguesamento". As citações das Leis do Jogo, feitas em português, no artigo que escrevi, são retirados de uma tradução autorizada e reconhecida pela FIFA, da autoria do Prof. João Jorge Pombeiro. Tive ainda o cuidado de referir o documento original e a tradução para francês, obtida directamente do "site" da FIFA. Poderia ainda ter referido a tradução para castelhano, para reforçar a ideia de que o entendimento desta questão é universal. Mas pareceu-me que seria fastidioso. Numa discussão intelectualmente honesta, não tem cabimento vir com argumentos clubistas. O artigo é suficientemente abrangente para não ter de ficar refém de qualquer tipo de conotação clubista. Por favor, aceito toda a crítica, mas com argumentos objectivos e baseados nas Leis do Jogo. Além disso eu represento-me só a mim e "remoer" não está nos meus hábitos.

Re: Resposta ao Sr. Francobaresi.

Caro Manuel Leão, percebeu mal o meu comentário. É sobretudo uma vista geral, a minha, sobre esta novela. O artigo está bom. Já os argumentos que foram dirimidos por pessoas como Rui Oliveira e Costa, dirigente salvo erro, ou muito próximo da direcção do SCP, é que devem ser questionados. Pela minha parte estou farto desta novela e só ficava bem aos sportinguistas notáveis virem limpar a face na matéria. No caso do artigo, continuo a achar que quem poderá vir a ser prejudicado com maior probabilidade, são os adversários do Sporting. Cumprimentos,

Re: Re: Resposta ao Sr. Francobaresi.

Sr. Francobaresi: Desculpe. Eu não tenho nada que ver com o Sr. Rui Oliveira e Costa. Eu, na minha vida, sempre pensei por mim. Não vou pagar por qualquer coisa que ele tenha dito ou não dito. Nem tenho o prazer de o conhecer pessoalmente. Também não tenho nenhum caderno de polémicas de arbitragem, como o do Dr. Pôncio Monteiro, por muito respeito que ele me mereça. O problema está, e insisto nisto, no precedente aberto pela C. A. da Liga. É o arranjar caminhos ínvios ou atalhos para proteger um árbitro que errou. Como eu disse, o C. A. da liga não fez isto a "quente". Fê-lo a frio, dentro dos gabinetes, durante um período significativo de dias. E isto é que denota o espírito corporativo exacerbado, não para proteger todos os árbitros, mas só alguns. Já que falou em personalidades, António Pedro de Vasconcelos, que não será nenhum cripto-sportinguista, disse que lamentava que outros clubes não tomassem a mesma posição que o Sporting tomou. Porquê? Porque é uma questão de princípios! Um "blog" como este deveria ajudar a formar uma opinião pública, consciente e informada. Não deveria ser um forum de questões menores, passadas há muitos anos. É que isto pode vir a tocar a todos. Desta feita foi o Sporting, amanhã pode haver uma outra decisão qualquer, que prejudique outro clube, dando azo a que a C. A. venha “teorizar” sobre outra qualquer Lei. Não sei se já reparou que eu não discuto questões de arbitragem, que resultem de um erro de análise. Se a liga ficasse quieta, teria sido um erro de análise do árbitro. Mais um erro com consequências, mas não passaria disso. Agora isto, é uma "perversão" das funções que competem a uma C.A., ainda por cima da Liga. Eu gostarei de colaborar, no relvado, discutindo os assuntos com honestidade intelectual. Não para vir com particularidades mesquinhas e trabalhar para os pontos do prestígio. Quero lá saber dos pontos! Eu até penso, que esta coisa dos pontos, acabará por matar este projecto! Mas, isto sou eu a pensar alto… Se vir que não dá, sairei de “fininho” … Passe bem, Manuel Leão.

Excelente artigo!

O que mais faz confusão, a quente as decisões são sempre contra nós! E as excepções também! Quem é que se lembra de ter tido um guarda redes do seu clube com uma falta por ter a bola mais de seis segundos na sua mão? É que no ido ano de 2000 tivemos a única excepção e que foi com o nosso Schmeichel! Mais nenhum clube passou por esse regime de excepções sem ser o Sporting! É que quando é na dúvida, é sempre contra nós! Saudações Leoninas

Eu lembro-me de uma pior

Jogo no norte, provavelmente um Salgueiros-Sporting, há cerca de 20 anos. Sporting beneficia de um livre directo.... dentro da área do Salgueiros. Lembro-me disso porque estava a começar a ligar ao futebol.

EU!

EU! Lazio-Porto, ano em que conquistamos a Taça UEFA...

Re: Excelente artigo!

Eu lembro um bem mais recente! Lázio Vs. FCP... 2ª mão meia-final taça UEFA. Logo aos 2 minutos o árbitro marca um livre indirecto contra o FCP!! Recordo que a Lázio teria de vencer por 3-0 ou 5-1; 6-2; etc. O árbitro tentou dar um empurrãozinho aos Italianos.

Re: Re: Excelente artigo!

não foi a meio final... a meia final foi contra o Panathinaikos...

Olha que foi na meia final...

Tens razão...

mea culpa

Puxar a brasa à sardinha...

...é aquilo que muitos andam neste momento a fazer ! A lei já existe à muuuuuiiiitos anos e nunca ninguém se interessou muito por ela até algum "grande" se escaldar ! Analisando o jogo entre o FCP e o SCP não existiu erro grosseiro e se tivermos que distribuir "erros", o maior foi cometido pelo guarda-redes que naquelas situações deverá SEMPRE pontapear a bola para não causar situações deste género. TODA a gente sabe disso mas o recém chegado guarda-redes do Sporting, claudicou nesta situação. Depois desta confusão que não tinha razões de existir, houve também um erro de Victor Pereira em ter tomado uma posição de força quando não tinha necessidade alguma de o fazer. Em caso de dúvidas deveria se ter aconselhado com os órgãos máximos da arbitragem da UEFA, coisa que parece não ter feito. Por cá, fala-se muito e joga-se pouco, daí as exibições catastróficas da maior parte das equipas nas competições Europeias. Premia-se a guerrilha entre clubes em vez de todos juntos nos esforçarmos e contribuirmos para o bem-estar do futebol, não basta criticar, é necessário apontar os erros e dar ideias de como melhorar, mas isso pouca gente o faz. Por cá, é melhor arranjar "bodes expiatórios" para desviar as atenções para ouros lados ! Perdidas flagrantes com a baliza aberta ? Isso não interessa nada ! O que interessa é que o fdp do árbitro deveria ter apontado um penalti e nada assinalou ! ( chegaram a essa conclusão depois de analisar por 1000000 vezes as repetições )

Caro Samycasanova.

Eu pedi, com ênfase, que não se discutisse o caso concreto. Interessa aqui analisar o caminho trilhado pela C. A. da liga, em consequência, e as implicações futuras do mesmo. O que aconteceu, aconteceu. Já não tem retorno. Será que não somos capazes de fazer essa distinção?

A minha perpectiva é simples....

...tá-se bem desde que não se incomode um dos "grandes", quando isso acontece, está o caldo entornado ! A tal polémica é só um exemplo mas poderei dar muitos outros que não mereciam sequer ser discutidos e que são explorados convenientemente pelos interessados até ao tutano. O Sporting na época passada falou do caso Ronny, mas esquece-se que poucos jogos antes houve uma bola dentro da baliza de Ricardo mais de um metro e o fiscal de linha por azar teve um "mosquito" no olho e não viu .... O que eu pedia era homogeneidade ao analisar estas situações e seria muito todos puxarmos para o mesmo lado ! Não podemos tapar os olhos a umas situações e mandar a casa a baixo nas outras. O caso do árbitro do derby SLB-SCP vem de encontro ao que eu estou a afirmar sobre os tais bodes expiatórios ! Na minha perspectiva, o árbitro não cometeu nenhum erro grosseiro e não havia necessidade alguma de o colocar de fora na próxima jornada. As decisões que ele tomou foram muito difíceis, quanto a mim correctas mas se tivesse apitado ao contrário seriam igualmente polémicas, mas tanto num caso como no outro, não poderia ser considerado erros grosseiros devido à dificuldade ao analisar os lances.

Provavelmente...

... o melhor artigo já colocado no Relvado. Os meus parabéns pela clareza, estrutura, e qualidade da informação, apresentada neste artigo! :) Quanto à minha opinião... epá, o futebol português sempre foi uma palhaçada. Sempre se regeu por favores, conveniências e "luvas". Depois é óbvio que temos uma desorganização completa, e se chega ao ponto em que nem se sabe quais leis se devem seguir. Estas são riscadas/alteradas/criadas ao bel-prazer de quem rege o futebol no momento. Por isso, o futebol português tem a credibilidade que tem... Pôr a FPF e a Liga a defender o fair-play, é como pôr o Salazar a defender a democracia.

Desculpem o Off-Topic

Mas o que é feito do grande L.F.Vieira,isto da bola sem ele não tem tanta piada. Vieira se foi alguma coisa que eu disse ,peço desculpa por favor volta a falar nem que seja para dizer mal do Pinto da Costa.

Re: Desculpem o Off-Topic

LooooooooooooooooooL Na época passada sempre o Benfica tinha um mau resultado era certo e sabido que no dia seguinte vinha o apito dourado desde que saiu o dossier da "judite" calou.

Re: Quem se irá perder nos “atalhos” da Comissão “

Quem vai ser apanhado? Quem tiver azar. O caso tinha ficado resolvido de início se o árbitro, em vez de dizer o que disse (que era igual ser intencional ou não), tivesse dito que tinha considerado que o Polga tinha feito um atraso para o GR. Era uma interpretação discutível do lance, mas possível. Como o proença teve declarações anormais, obrigou a Comissão de Arbitragem (CA) a tentar protegê-lo, através de asneiras atrás de asneiras (e nisto, quem se lixou foi o árbitro do SportingxBelenenses, que foi desautorizado e desprotegido pela CA). E aí, o Sporting esteve bem, em tentar obter um esclarecimento claro da lei, para saber com que devia contar. A CA da LIGA, depois, em resposta ao Sporting, teve ainda mais uma resposta, que é ainda diferente do que tinha dito até agora: as conclusões dos cursos de avaliação e aperfeiçoamento dos árbitros dos quadros nacionais (...) continuam a vigorar, no que diz respeito ao principal factor de avaliação para a tomada de decisão do árbitro, que deverá analisar se, quando o colega do guarda-redes atira a bola com o pé (ou com os dois pés) na sua direcção, o faz ou não de forma deliberada. Sendo que, só o acto intencional deve ser punido (...)"

A palavra chave...

... é sem dúvida o "deliberadamente", se o passe for feito "deliberadamente" para o guarda-redes deve ser sancionado, se não for feito "deliberadamente" não deve dar a marcação de um livre indirecto. Obviamente que retirando a palavra chave do texto do International Board e juntando-lhe ainda por cima "pode ser punido", deu livre azo à interpretação do juiz da partida. E já sabemos que a interpretação do arbitro e a especulação estão sempre de mão dadas. E a comissão, ao adulterar a tradução do Board, criou mais um caso a juntar, por exemplo, ao do «bola na mão» ou «mão na bola», fica sempre ao critério do arbitro. Quanto ao lance que, afinal, dá nascimento a este artigo. Para mim o passe não foi feito "deliberadamente" para o guarda-redes, quanto muito tinha sido feito para o Tonel que se desviou... Mas acho que nem isso porque aquilo parece mais um corte do que outra coisa.

Re: A palavra chave...

Tens razão aquilo foi um corte mas deliberado para trás.

Sr. Curvasul: E se fosse para a frente?

Você, já está influenciado pela "conclusão" emitida pela C. A. da Liga. E, se o passe for para a frente? É falta ou não? Leia a Lei 12 e depois escreva coisas. O que escreveu, vale Zero! Haja honestidade nas discussões!

Re: Re: A palavra chave...

Sim mas quando ele cortou para tras não era para o guarda redes concerteza... o que ele queria era tirar a bola.

Re: Re: Re: A palavra chave...

Ele corta para trás e sabe muito bem que esta lá o G.R.Só se o G.R tivesse ido tomar café ao Dolce Vita.

Deliberatly

adjective 1. carefully weighed or considered; studied; intentional; 2. characterized by deliberation; careful or slow in deciding; 3. leisurely and steady in movement or action; slow and even; unhurried;

Mais a mais...

Num jogo de futebol, à velocidade que eles jogam, então o guarda redes pode sempre apanhar a bola com a mão, porque não podem perder muito tempo a ponderar... in portoeditora.pt: deliberado adjectivo. 1. intencional; propositado; 2. discutido; 3. resolvido; assente; (Part. pass. de deliberar)

Re: Mais a mais...

La está... até pode ter sido intencional para o Tonel (não acho mas aceito) agora intencional para o Stoijkovic não foi.

Re: Re: Mais a mais...

Eu acho que o passe do Polga não é destinado ao Stojkovic. Mas também acho que o Tonel deixa a bola passar "deliberadamente" para o Stojkovic. Como interpretou o árbitro? Interpretou que foi intenção dos jogadores (plural) atrasar a bola para o guarda-redes e marcou livre indirecto quando Stojkovic apanhou a bola. Tomou a decisão correcta? Embora seja adepto do FCP, não estava a ser sincero se dissesse que sim. O que conta é o jogador que faz o passe e o Polga não tinha intenção de atrasar a bola para o guarda-redes.