Carlão viveu o sismo no Japão: "Senti tudo a tremer" | Relvado

Carlão viveu o sismo no Japão: "Senti tudo a tremer"

O antigo avançado da União de Leiria, agora ao serviço do Kashima Antlers, não escondeu o susto ao a
 

Terramoto atingiu 8,9 na escala de Richter

Carlão sentiu-se assustado com o sismo que afectou o Japão esta sexta-feira.

O maior terramoto de sempre no país - 8,9 na escala de Richter - e o quarto maior no mundo desde que há registos apanhou desprevenido o ex-jogador União de Leiria, enquanto o brasileiro se deslocava para o hotel onde o seu clube, Kashima Antlers, pretendia estagiar.

"Senti tudo a tremer e fiquei assustado quando estava no autocarro com a equipa. Vi rachas nos prédios, mas ainda não sei qual é a dimensão desta tragédia", disse Carlão, citado pela sua assessoria de comunicação. O avançado ainda não sabe como ficou a sua casa após o abalo.

Os jogos deste fim-de-semana de futebol, baseball, encontros de sumo, entre outras modalidades, foram adiados.

Ricardinho viveu "susto enorme"

De outra modalidade, o futsal, chegam reacções do português Ricardinho, que joga no Nagoya Oceans e falou num "susto enorme".

"Os prédios abanavam como se fossem árvores. Estava ali a assistir a uma coisa que nunca tinha sentido, nem imaginava sentir algum dia, mas a verdade é que por momentos (mais ou menos 50 segundos) tudo parecia que ia cair", comentou o ex-Benfica.

"Havia pessoas a sair, a correr para a rua, os carros parados nas estradas, com algumas pessoas a sair dos mesmos, as árvores agitadas como se fossem cair a qualquer momento", acrescentou o internacional português no seu site oficial.

Paradeiro dos portugueses é ainda uma incógnita

A embaixada portuguesa em Tóquio já conseguiu contactar a maioria dos 500 portugueses que residem em terras nipónicas, mas ainda não conseguiu qualquer informação sobre os quatro que residem na zona mais afectada pelo sismo.

Ainda é muito cedo para divulgar uma lista oficial de vítimas, mas para já ultrapassam os 300 mortos, outros tantos desaparecidos e centenas de feridos.

O caos surge em várias frentes: o Governo japonês já declarou estado de emergência nuclear depois de o sistema de arrefecimento ter falhado na central nuclear nº 1 de Fukushima, após o terramoto.


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