6 suicídios financeiros que NÃO DEVE cometer antes dos 30! | Relvado

6 suicídios financeiros que NÃO DEVE cometer antes dos 30!

Aprenda a gerir as suas finanças pessoais.
 
Dinheiro, genérica (euros e dólares)
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A fase da vida adulta que se encontra entre os 20 e 30 anos de idade não é nada fácil. Saída da universidade para uns, mergulho direto no mercado de trabalho para outros, salário fixo para uns, renda flexível para outros. Seja como for, essa fase é cheia de armadilhas financeiras para os neófitos da vida adulta.  

O porquê? Simples: a maioria das pessoas simplesmente não é educada para lidar com dinheiro. Nem a educação familiar, muito menos a instrução escolar fornece ao indivíduo quaisquer meios de se livrar de sua ignorância financeira o mais rápido possível. Isso explica o número de pessoas descontroladas, afundadas em débitos, presas a ciclos eternos de juros pagos a bancos e credores.

Essa realidade, outrora quase totalitária no pior sentido da palavra, era de tal forma poderosa que era quase impossível quebrar o ciclo vicioso. Contudo, a partir do advento de informação gratuita, especialmente online através de portais especializados como www.deutschefxbroker.de mais e mais indivíduos conseguem evitar o rebanho (no sentido quase literal da palavra) de seres humanos frustrados financeiramente.

Nesse artigo, listamos seis suicídios financeiros que os leitores devem evitar a todo custo para chegar aos 30 anos sem percalços maiores. Confira:

1- Assinar uma previdência privada sem saber do que se trata

A reforma é o sonho de muitos, mas pode virar um pesadelo logo na juventude se não forem tomadas as devidas medidas cautelares. Muitos acreditam que os fundos e planos de poupança privados são a melhor escolha (e de fato são, para a maioria). O problema é quando se entra de cabeça nesse mundo complexo sem a menor base, sem saber analisar rentabilidade, taxa de manutenção, taxa de saída, entre outros fatores. A maioria simplesmente recorre aos bancos, e nessas instituições são orientadas por gerentes que não visam necessariamente o seu lucro, mas sim o lucro da instituição financeira da qual fazem parte. Resumo: planos privados são uma ótima opção, mas EDUQUE-SE antes de investir. Autoeducação é um dever humano essencial, coloque essa ideia em prática.

2- Fazer seguro de vida sem necessidade

Aliciados por gerentes de instituições do ramo, muitas pessoas caem em contos mirabolantes de que precisam de seguro de vida sem necessariamente estarem dentro das características primárias dos verdadeiros necessitados desse serviço (muito útil a um grande número de pessoas, de facto). Alguns são jovens de vinte e poucos anos, sem dependentes, sem cônjuges, sem filhos, sem pais inválidos ou qualquer situação do género. Se você tem dinheiro de sobra e quer gastá-lo num seguro de vida sem necessidade, vá em frente. Mas saiba que o mais sábio seria investir esse dinheiro e ter o retorno a seu devido tempo, podendo assim usufruir dos seus frutos.

3- Colocar dinheiro em fundos de investimento sem o mínimo de conhecimento

Fundos de investimento são maus? Não, de forma alguma. O problema são jovens adultos que, no auge de sua insensatez, colocam as suas esperanças e sonhos (além do precioso dinheiro) em fundos que não lhe trarão o devido retorno. Os fundos de investimento devem ser analisados precisamente em todas as suas métricas (rentabilidade, taxa de administração, etc) muito antes da decisão final. Faça um favor a você mesmo: eduque-se primeiro, decida depois.

4- Fazer um consórcio

Muitos jovens adultos, ao procurarem instituições financeiras, com o objetivo de terem o seu dinheiro investido, são informados da possibilidade de entrarem num consórcio. Mas do que se trata um consórcio? Consórcio é uma associação entre dois ou mais indivíduos com o objetivo de partilhar recursos para atingir um objetivo em comum, como por exemplo adquirir um imóvel ou automóvel novo. Em geral, as pessoas pagam mensalmente até fazerem uma proposta pelo bem a ser adquirido ou participam de um sorteio ao fim de um certo tempo. Mas enfim, qual o problema dessa patavina? Enganados pela promessa de facilidade e praticidade, muitos que sequer sabem o que é um consórcio entram na jogada e depois nem sequer sabem onde estão. Informe-se muito bem antes e, de preferência, opte por investimentos melhores.

5- Entrar numa empresa de marketing multinível

Marketing multinível não é necessariamente mau (não confundir com esquemas de pirâmide), o problema é que as pessoas associam-se a esse tipo de empresas mais por insistência de afiliados do que por qualquer outro fator. A maioria das pessoas não tem o perfil adequado para a atividade, acabam empolgando-se e adquirindo uma pilha enorme de produtos no calor do momento. Depois acabam com essa mesma pilha encalhada num canto da casa e sem retorno sobre o investimento realizado. Para algumas pessoas isso pode até funcionar, seja por experiência prévia com o produto ou nicho, seja por identificação com a marca, mas para a maioria não vai funcionar (definitivamente).

6- Contrair um empréstimo para a casa

O sonho da casa própria é a definição do motivo pelo qual alguns indivíduos caminham e respiram sobre a face da terra. Porém os meios de ação utilizados para empreender tal façanha às vezes beiram o ridículo. Muitos casam-se jovens (nenhum problema com isso, na verdade é o ideal) e metem-se logo num financiamento de imóvel que, se tudo der certo, provavelmente vai durar toda a sua vida. O meio de adquirir o imóvel próprio varia de pessoa para pessoa, e o financiamento na maioria das vezes não é o ideal. Procure educar-se financeiramente, aumentar o seu conhecimento sobre investimentos, faça o seu dinheiro trabalhar para si e aumente o rendimento pessoal. Em tempo, será capaz de adquirir imóvel próprio sem a necessidade de vender a alma a um banco.

Conclusão:

É necessário enfatizar um aspecto central: educação financeira. Existe um dever que é desconhecido da maioria absoluta das pessoas, que é o dever de educar-se. Ao contrário do que se pode pensar, a educação é um dever e não um direito. Deve lutar-se, esforçar-se, travar uma batalha contra a ignorância seja em que aspecto for para vencer e adquirir o conhecimento. A mente moderna, entretanto, viciada em estímulos rápidos e toda o género de artifícios como esse, não quer vencer essa barreira. Diferencie-se: eduque-se financeiramente, saia da manada e seja dono do seu próprio destino. Para tal propósito, temos o apoio de https://www.deutschefxbroker.de/auxmoney-erfahrungen/, que disponibiliza o melhor conteúdo sobre educação financeira disponível na internet.

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