Apito Dourado: Valentim suspeito em jogos da I Liga | Relvado

Apito Dourado: Valentim suspeito em jogos da I Liga

 

RELÓGIO PORTISTA EM TROCA DE ALEGADOS FAVORES
O Jornal de Notícias sustenta também que o DIAP vai analisar as suspeitas em
torno de casos disciplinares que envolveram Deco e Mourinho, quando ambos
estavam no Porto, e também um processo do próprio presidente portista, Pinto da
Costa. Valentim Loureiro terá exercido o seu poder para levar a Comissão
Disciplinar a não dar qualquer seguimento sancionatório a estes casos, tendo
supostamente recebido um relógio comemorativo do aniversário do FC Porto,
considerando-se que terá sido uma contrapartida dos eventuais favores
prestados.
O Major deverá ainda responder pela alegada intervenção na adulteração da
classificação dos árbitros e fora do âmbito desportivo deverá estar implicado
por tráfico de influências na comarca de Lagos, Algarve, em virtude de uma obra
do ex-presidente do Sporting Sousa Cintra. Situações relacionadas com
e empresa Metro do Porto estarão também a ser investigadas, tal como casos
relacionados com dois empreiteiros e com eventuais financiamentos ilegais ao
Boavista.
Entretanto o Jornal de Notícias salienta que foram arquivadas várias suspeitas
relativas a pelo menos seis jogos do Boavista, mas também a encontros
envolvendo Penafiel, Gil Vicente, Marítimo, Ovarense, Marco e Dragões
Sandinenses, entre outros clubes.

SUSPEITAS CONTRA DAMASCENO ARQUIVADAS
Arquivadas foram também as suspeitas em torno da presidente da Câmara de Leiria, Isabel

Damasceno. O advogado da autarca, Alfredo Castanheira Neves, confirma na
Agência Lusa
este dado, salientando que é uma notícia «agradável, mas esperada. Quem não
deve não teme e este despacho de arquivamento, embora tranquilizante, é um
despacho esperado», reforça o causídico. Quanto à possibilidade de a autarca
vir ainda a ser acusada no âmbito das certidões extraídas do
processo e enviadas para outras comarcas, Castanheira Neves recusa-se a
comentar, evidenciando que não pode «tecer considerações sobre factos que não
conheço e que porventura estarão em segredo de justiça», diz.

Primeira Página:

Comentários [17]

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Nojo

Não foi este corrupto, que esteve na ultima apresentação de contas do Benfica? Será que este corrupto vai a todas as paresentações de contas de todos os clubes? Acho que não, este fachinora só vai onde houver gente da laia dele tipo Felipe Vieira e Veiga, e pelos vistos estava bem acompanhado pelo Leal servidor do Benfica na liga, depois ainda veem para aqui uns merdas tipo Porto Rosso a falarem, então as pessoas não topam que isto tudo é uma merda nas mãos dos porcos Benfiquistas.

o veiga

mas sera q este artigo era sobre o veiga??? tapar os olhos com as trapalhadas dos outros é muito feio..

parecem putos para se defenderem..

Exactamente!


Parecem aqueles que culparam o Pedro Moreira e restantes colegas de equipa da falta de fair-play no 3º golo do Benfica ao Penafiel.

Sera que o Valentim

Recebeu algum relogio de 150 euros do centanario do Benfica?

Lembro me de um jogador do Porto ser castigado 6 meses depois para nao jogar contra o Benfica.

Lembro me de no ano passado o Petit em 27 jornadas nao ter levado um unico cartao amarelo!

Lembro me de no ano passado uma jornada antes do Benfica jogar com o FCPorto repectivamente num V-Guimaraes-Benfica de o clube encarnado ser escandalosamente beneficiado no aspecto disciplinar para nao prejudicar a equipa que na semana seguinte jogavam contra a Mafia Portuguesa.

Pergunto aos adeptos benfiquistas quantas vezes o Petit foi castigado e ate vou mais longe quantas vezes o Petit levou um vermelho num jogo!

O Paulinho Santos e o Jorge Costa apanharam muitos ao longo da sua carreira nos relvados portugueses porque a imprensa tratava de colocar o rotulo de caceteiros, mas o Sr Petit por estar no clube do Sistema nunca foi sancionado!

Desculpa lá....

Mas há alguma menção ao Benfica neste artigo? Mas pq carga de água é q qnd saiem artigos sobre o apito dourado a resposta da estrunfalhada é Benfica, Benfica, Benfica?
Mas o kéke o Benfica tem a ver c algum apito dourado?
Mas temos algum arguido lá?
Qual a razão dessa obcessão crónica, delirante?
Eu sei qual é... É q qnd n se tem argumentos desconversa-se. Sabem perfeitamente q n há "fumo sem fogo" e mesmo q n surja nenhuma acusação (estamos em Portugal, convem lembrar...), já veio a publico mtas escutas telefonicas c frutinha e café c leite à mistura. Analizando os ultimos 20 anos de futebol nacional, junta-se 2+2 e n é q dá mesmo 4?!!
Ptt esse esforço inglório q os teus compinchas premeiam c divertidos e o diabo a 4, de chutar prá frente, vir falar de alhos qnd o assunto é bugalhos, epah... N cola já. Tá gasto. Pq toda a gente c um par de olhos sabe e por mto q se "batam", o rótulo de fóculporto = corrupção, nunca há de descolar...
Fica bem...

Re:Sera que o Valentim

Sim, é um grave crime e uma ofenensa quase corporal, dar um relógio a alguém , que até do boavista, em altura do centenário , ao Presidente da Liga de Clubes.
Se é com isto que alegam corrupção, eu vou ali e venho já.Esta notícia está molhada de ridiculo.

sera que o meu tio ira preso?

o meu tio ofereceu me um relogio do euro2004 no euro, aquele relogio que o scolari fazia publicidade nos canais tv de madrugada

espero que o meu tio nao seja preso por ofercer me um relogio

E sobre o Veiga não há notícias?

Aplicações bolsistas de José Veiga penhoradas

AGÊNCIA FINANCEIRA:
[ 2006/02/12 | 17:45 ] Editorial

O homem forte do futebol do Benfica viu as suas aplicações bolsistas penhoradas pelo Fisco, para garantia do pagamento de uma dívida que, segundo fontes da Administração Fiscal, «ultrapassa os quatro milhões de euros». Entre os valores confiscados encontram-se 980 títulos do Futebol Clube do Porto.

Segundo apurou o «Correio da Manhã», entre os valores penhorados encontram-se acções do BPI e títulos de participação (valores mobiliários que se encontram numa posição intermédia entre as acções e obrigações e que dão ao seu titular uma remuneração que se decompõe em duas partes: uma fixa e a outra variável em função dos resultados da empresa) do Estoril SAD, do Futebol Clube do Porto SAD, da Cimpor e da EDP.

O destaque vai para um lote de 510 mil títulos de participação do Benfica SAD, também confiscadas pela Administração Tributária.

Por ordem dos Impostos, os valores encontram-se à guarda de várias instituições bancárias, entre as quais estão o Millennium BCP, o Banco Português de Negócios, o Banif e o Banco BPI, que se constituíram como fiéis depositárias até que a dívida seja integralmente paga.

Os activos foram identificados através de um novo programa informático que permite às Finanças descobrir quais os bens móveis e imóveis do contribuinte com dívidas em execução fiscal. Após esta pesquisa, uma outra aplicação, o SIPA ¿ Sistema Integrado de Penhoras Automáticas, congela automaticamente os bens do devedor.

Segundo apurou o «Correio da Manhã», as dívidas de José Veiga remontam a 2000 e envolvem montantes de IVA e de IRS não entregues aos cofres do Estado.

Em relação às acções penhoradas à mulher de José Veiga (25 acções do Banco BPI), é resultado directo do regime de comunhão geral de bens instituído pelo casamento.

Os valores dos bens penhorados não são conhecidos oficialmente, mas fonte da Administração Fiscal explicou ao «Correio da Manhã», que «é da responsabilidade da Direcção-Geral dos Impostos arbitrar um valor para os bens sujeitos a penhora. No caso de se tratarem de títulos mobiliários, normalmente o Fisco socorre-se de especialistas da Bolsa de Valores para poder chegar a um valor de mercado, ou atribui-lhe o valor nominal que foi».

Benfica pagou 129 mil euros

O director-geral do Benfica SAD recebeu, em 2004, cerca de 129 mil euros pelas funções que desempenhou na Sociedade Anónima Desportiva dos «encarnados». A este montante, há que somar mais 36 mil euros pagos também a título de trabalho dependente. No total, José Veiga arrecadou mais de 165 mil euros de vencimentos, o que representa um ordenado mensal superior a 11 700 euros. No relatório e contas da SAD benfiquista relativa ao ano 2004/2005 verifica-se que a rubrica dos custos operacionais totalizou 50,2 milhões de euros, com os custos com pessoal a registarem uma diminuição de 5,2 por cento, fixando-se nos 25 milhões de euros (menos 1,3 milhões do que em 2003/2004).

A administração da SAD explica esta diminuição pela política de controlo da massa salarial que foi seguida, relativamente aos prémios pagos a atletas e a elementos da estrutura do futebol profissional.

Re:E sobre o Veiga não há notícias?

Deves ser de algum sindicato ...

as escutas são o mais importante

venham elas

Agente Cócó...

Agente Cócó novamente em Acção contra a corrupção...eles k se cuidem...ai está o novo super heroi da justiça portugues....Agente Cócó...sempre na procura da verdade e na defesa dos inocentes..." kem é? é um passaro, não é um Avião...ohhh não é só o super C..."

Re:as escutas são o mais importante

És mesmo ignorante, como podes querer tu saber publicamente acerca do que foi ouvido nas escutas telefónicas, se estas estão abrangidas pelo segredo de justiça?

Sabes ao menos o que segredo de justiça significa?

Será que andas a dormir neste mundo e não tens visto toda a polemica originada pelo caso "envelope 9" onde vieram a publico escutas telefonicas que deveriam estar sujeitas ao segredo de justiça?

Falas, falas, falas e pelo que se vê não sais dessa ignorancia que cobre essa inteligencia

Re:as escutas são o mais importante

ele deve ser so 4ªclasse por isso é burro

Força

Força Valentim...eles grunhem muito mas a montanha vai parir um Rato..se saco não vais...

Evasão fiscal dá cadeia II



NIF

A Direcção de Serviços de Benefícios Fiscais apurou que a Super Soccer nunca solicitou o Número de Identificação Fiscal (NIF) nos Estados Unidos, nem aí pagou qualquer imposto.

PENHORA

A Administração Fiscal já penhorou diversos valores mobiliários de José Veiga, conforme noticiou o ‘CM’ no passado dia 5. A penhora foi efectuada para garantir o pagamento de uma dívida no valor de quatro milhões de euros.

PROVA

Cabe a José Veiga provar que os rendimentos provenientes da compra e venda de jogadores não foram transferidos para territórios sujeitos a regimes fiscais mais favoráveis, mas que ainda se encontram em território nacional onde foram objecto de tributação. Segundo a DGI esta prova nunca foi apresentada.

FIXAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL

1.533.579,22 EUROS

É o montante apurado referente a 1997.

528.438,36 EUROS

É o valor tributável em 1998.

1.851.567,42 EUROS

São os rendimentos sujeitos a tributação referentes a 1999.

3.913.585,00 EUROS

É a totalidade da matéria tributável apurada pela Direcção-Geral de Impostos.

Evasão fiscal dá cadeia

José Veiga acusado de evasão fiscal
Finanças: processo contra Superfute
José Veiga acusado de evasão fiscal

A Inspecção tributária acusou José Veiga de ter feito 'emigrar' lucros

A Direcção-Geral de Impostos (DGI) acusou o actual director-geral do Benfica, José Veiga, e a sua empresa, a Superfute, de evasão fiscal. Em causa estão os rendimentos declarados por esta empresa referentes aos anos de 1997, 1998 e 1999 que a DGI considera não corresponderem aos rendimentos reais. E a título individual, para efeitos de IRS, o empresário não declarava nenhum rendimento da sua actividade.

Num processo que decorreu nos serviços fiscais em 2002, a Inspecção Tributária acusa a Superfute de ter feito “emigrar” os seus lucros para duas sociedades situadas em “territórios com regimes fiscais mais vantajosos” para escaparem à tributação. O Fisco concluiu que a Super Sport e a Super Soccer – ambas não residentes em Portugal – nunca pagaram quaisquer impostos em território nacional ou nos territórios onde se encontram domiciliadas, nem possuem “qualquer instalação física a partir da qual exerçam a sua actividade”. Perante isto, a Inspecção Tributária interroga-se sobre “em que parte do globo e na pessoa de quem foram tributados os rendimentos gerados e obtidos em Portugal?”.

A DGI reconhece que “as empresas não residentes que obtenham rendimentos em território nacional são obrigadas a designar um representante perante a administração fiscal”, mas, como nenhuma o fez, considera que esse facto só por si “conduz à evasão fiscal”. Os processos concluem que “a Superfute criou as duas empresas com o intuito de fazer escapar à tributação os rendimentos obtidos em Portugal”.

QUATRO MILHÕES APURADOS

Após efectuar uma inspecção às contas e às declarações de rendimento para efeitos de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) apresentadas pela Superfute, a Direcção-Geral dos Impostos (DGI) fixa em quase quatro milhões de euros a matéria tributável referente a três anos de actividade – 1997, 1998 e 1999.

A empresa de José Veiga contestou os montantes alegando a existência de “erro nos pressupostos da determinação indirecta da matéria tributável fixada”. Contudo, o perito da Fazenda Pública confirmou que os fundamentos indicados pela Inspecção Tributária “baseados nas omissões e inexactidões da contabilidade e na falta de cumprimento de deveres legais” por parte da Superfute revela a existência de “evasão fiscal de rendimentos sujeitos a tributação em território nacional”.

EMPRESÁRIO NÃO DECLAROU

A Direcção-Geral de Impostos refere que o próprio José Veiga “embora colectado como profissional liberal, nas suas Declarações de Rendimentos para efeitos de IRS não faz constar qualquer rendimento proveniente da sua actividade”. “O Sr. Veiga negoceia jogadores profissionais de futebol. (...) as comissões facturadas pela Super Sport e a Super Soccer referem-se à intermediação na compra e venda de jogadores que a própria Comunicação Social divulga diariamente serem ‘pertença’ do empresário José Veiga.

Por que razão são, então, essas comissões facturadas pelas duas empresas não residentes e não pelo Sr. Veiga?”, interroga-se no processo. O documento adianta que foi o próprio Veiga quem confirmou ao Fisco que a Super Sport e a Super Soccer “nunca pagaram quaisquer impostos nos países onde se encontram sediadas”.

NOTAS

SUPER SPORT

A Super Sport, limited foi constituída em Novembro de 1994 e tem sede nas Ilhas Turks and Caicos – zona de “paraíso fiscal”. O director da firma era José Veiga e o “beneficiário” a Superfute, que detém a totalidade do capital.

SUPER SOCCER

A Super Soccer, Company, Inc. foi constituída em Julho de 1996 no estado norte-americano de Delaware. Apesar de nunca ter sido apresentado qualquer documento relativo à sua constituição, o Fisco apurou que a sociedade é detida pela Superfute.

NIF

A Direcção de Serviços de Benefícios Fiscais apurou que a Super Soccer nunca solicitou o Número de Identificação Fiscal (NIF) nos Estados Unidos, nem aí pagou qualquer imposto.

PENHORA

A Administração Fiscal já penhorou diversos valores mobiliários de José Veiga, conforme noticiou o ‘CM’ no passado dia 5. A penhora foi efectuada para garantir o pagamento de uma dívida no valor de quatro milhões de euros.

PROVA

Cabe a José Veiga provar que os rendimentos provenientes da compra e venda de jogadores não foram transferidos para territórios sujeitos a regimes fiscais mais favoráveis, mas que ainda se encontram em território nacional onde foram objecto de tributação. Segundo a DGI esta prova nunca foi apresentada.

FIXAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL

1.533.579,22 EUROS

É o montante apurado referente a 1997.

528.438,36 EUROS

É o valor tributável em 1998.

1.851.567,42 EUROS

São os rendimentos sujeitos a tributação referentes a 1999.

3.913.585,00 EUROS

É a totalidade da matéria tributável apurada pela Direcção-Geral de Impostos.

continuação

IF

A Direcção de Serviços de Benefícios Fiscais apurou que a Super Soccer nunca solicitou o Número de Identificação Fiscal (NIF) nos Estados Unidos, nem aí pagou qualquer imposto.

PENHORA

A Administração Fiscal já penhorou diversos valores mobiliários de José Veiga, conforme noticiou o ‘CM’ no passado dia 5. A penhora foi efectuada para garantir o pagamento de uma dívida no valor de quatro milhões de euros.

PROVA

Cabe a José Veiga provar que os rendimentos provenientes da compra e venda de jogadores não foram transferidos para territórios sujeitos a regimes fiscais mais favoráveis, mas que ainda se encontram em território nacional onde foram objecto de tributação. Segundo a DGI esta prova nunca foi apresentada.

FIXAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL

1.533.579,22 EUROS

É o montante apurado referente a 1997.

528.438,36 EUROS

É o valor tributável em 1998.

1.851.567,42 EUROS

São os rendimentos sujeitos a tributação referentes a 1999.

3.913.585,00 EUROS

É a totalidade da matéria tributável apurada pela Direcção-Geral de Impostos.

Olha o meu tio ofereceu aquele relogio euro 2004

na altura do euro2004

espero que o meu tio nao seja preso por oferecer me um relogio

Um relógio de 15 contos!!!

Contrapartida para o Major Valentim Loureiro!!! Isto sim meus amigos é a crise no futebol!

Que anedota.

Mau Mau?

SR.Valentim Loureiro,para quem dizia,que não passava de uma novela!!!

ATENÇÃO

muita atenção aos ladrões off shorizados, cuidado com os jarretas e os jarrados:

Manuel Fernandes, Marcel e Simão estão em risco: se levarem mais um amarelo não jogam contraoFCPorto, na Luz. Vamos ficar muito atentos à arbitragem do V. Guimarães-Benfica.

é isso

temos k controlar essa arbitragem...e manda-los todos pro banho amarelados...não é dificil e julgo já ter sido feito...vamos esperar pra ver...é assim k os grandes campeões se fazem e a maneira k eu mais gosto de ganhar...olé ganda Pinto e ganda major

Re:Atenção

Eu tenho quase a certeza q iremos ser prejudicados pela arbitragem, além do mais o Lucilio Baptista é um arbitro de principios... Seja quem for q jogue contra o Slb num jogo arbitrado por ele...ele dá uma mãozinha