As vantagens das crises financeiras | Relvado

As vantagens das crises financeiras

 

O andebol português concluiu no domingo um dos seus maiores feitos, com Medalha de Prata no Europeu de sub-20. O feito foi completado pelo apuramento automático para o Mundial de 2011. Um feito histórico e merecedor de uma menção honrosa a todos os que contribuíram para o sucedido. Contudo, analisando os motivos desta melhoria do nível do andebol português, os especialistas dizem que tal se deveu à crise!A crise obrigou os clubes portugueses a apostar nos jovens portugueses e estes responderam com uma evolução tremenda. Pensei logo para comigo, que pena tal situação não acontecer no futebol português...mercurio44

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Comentários [4]

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A edição pelas ruas da amargura!

Isto não tem pés nem cabeça! Com pequenas nuances saiu há um ou dois dias um artigo praticamente igual da autoria do meu amigo Blue2004eyes! Porquê mandar uma coisa tão parecida? Note-se que a minha crítica não é para o autor mas para a edição que mete dois artigos quase iguais em dias muito próximos. O meu comentário é a cópia do que escrevi na altura, basta ir lá ver!

Re: As vantagens das crises financeiras

Isto o melhor é perguntares ao Pinto da Costa e ao Filipe Vieira o porquê não apostar do produto mada in Portugal para trazerem contentores de estrangeiros. Depois a culpa passa para os adeptos destes clubes que embarcam no mesmo navio dos seus timoneiros. Mas depois quando sai as convocações para a selecção nacional, e são os 1ºs a estar na linha da frente a pedirem a presença dos jogadores dos seus clubes. Dou-lhes só um exemplo recente, O Porto despachou o jovem e promissor central Nuno André Coelho para o Sporting e outro central já mais consagrado para o Zenit, em troca anda à procura de um estrangeiro. Já no sector atacante, empresta Rabiola e Orlando Sá, para ir buscar um Walter à Barra da TiaJuca. É a vida.

isso já existe

Já se disse aqui, existe um número mínimo de jogadores da formação a incluir no plantel (formação no país, não do clube). O número mínimo é de 8. Está também previsto um número limite de jogadores por plantel: embora com algumas excepções, a regra é a de que só podem ser inscritos 27 jogadores, aos quais podem acrescer três seniores de primeiro ano que tenham jogado no mesmo clube no ano anterior. O problema não está aí, está a montante. Como a regra do jogador formado localmente se aplica dos 15 aos 21 anos, a forma de aumentar a aposta nos jogadores portugueses era limitar o número de estrangeiros nas camadas jovens. A questão do andebol não tem nada a ver. Portugal já teve outras equipas jovens com excelentes prestações. O problema está, mais uma vez, na transição para as competições séniores, com o problema adicional de o andebol não ser, em regra, uma actividade a tempo inteiro, o que leva a que muitos não consigam desenvolver as suas capacidades. Mas sim, é importante que os clubes de andebol apostem nos jovens portugueses. E que continuem a manter o "acordo de cavalheiros" que os tem limitado a importar jogadores de todos os países com quem Portugal ou a UE têm acordos de cooperação. (o que não acontece no futebol, como é sabido, mais de metade dos países do mundo tem acordos que permitem que nacionais desses países não sejam considerados estrangeiros na UE).

Re: isso já existe

Comentário bem escrito e elucidativo sobre algumas das questões que se levantam! Modero com "Bem Escrito"! E um abraço!